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5 de ago de 2010

Comemorando 23 anos de atividades, o Grupo Tarahumaras em parceria com Boiacá estréia "O Cemitério de Automóveis" em Vitória/ES

Prêmio Myriam Muniz de Teatro - FUNARTE - 2009, a montagem é uma parceria entre os grupos capixabas Boiacá e Tarahumaras, que completa 23 anos de atividades. O texto é do dramaturgo espanhol Fernando Arrabal com tradução de Wilson Coêlho.



O CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS
Texto de Fernando Arrabal
O cemitério de automóveis vem a ser uma versão muito peculiar da vida e paixão de Cristo, a quem dará o nome de Emanú (com a supressão do sufixo “el”, que em hebreu significa Deus, o autor expressa sua opção exclusiva pelo humano). A ação tem lugar num espaço cênico enormemente sugestivo cuja decoração espetacular Arrabal introduz no teatro as tendências materiais das artes plásticas. O mundo vem configurado por um subúrbio de barracos e miséria, de luzes e sombras, representado por um amontoamento em diversos níveis de carros queimados. Com a chegada de Emanú, que pretende, junto com Foder (Pedro) e Tope (Judas) alegrar a vida dos pobres do cemitério, as relações se transtornam. O trio de instrumentistas de jazz, encabeçado por Emanú, que toca a trompete, aparece como um elemento perturbador

Local: Centro Cultural “Frei Civitella di Trento”
End: Av. Expedito Garcia, 218 – Campo Grande – Cariacica – ES - Brasil
Datas: 05, 06, 07, 08, 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de agosto - 04, 05, 11, 12, 18, 19, 25 e 26 de setembro
Horário: 20 horas

OBS.: O dia 05 (quinta-feira) será a pré-estréia para a imprensa e convidados. Nos demais dias os ingressos custarão R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Informações: (27) 9938.9794

FICHA TÉCNICA
Autor: Fernando Arrabal
Tradução: Wilson Coêlho
Direção/Encenação: Nysio Chrysostomo e Wilson Coêlho
Direção musical: Fraga Ferri
Figurinos: Gilbert Chaudanne
Produção Visual: Berenice Pahins
Produção Executiva: Marcos de Castro

ELENCO
Berenice Pahins: Lasca (atleta e policial)
Fernanda Picoli: Dila
Fraga Ferri: Fóder
Hudson Braga: Milos
João Vita: Tiosido (atleta e policial)
Marcos de Castro: Topé
Ricardo Amaro: Emanu
fonte: Wilsom Coêlho (via e-mail) e imagens do Blog Teatro Capixaba

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