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ps: A imagem de apresentação do Blog foi criada por MARCIO BENVENUTO. Cada letra do nome do blog é formada por uma imagem corporal feita por dois artistas de nomes desconhecidos.

30 de ago de 2014

O VENDEDOR DE PALAVRAS

O vendedor de palavras
Por Fábio Reynol
 Ouviu dizer que o Brasil sofria de uma grave falta de palavras. Em um  programa de TV, viu uma escritora lamentando que não se liam livros nesta terra, por isso as palavras estavam em falta na praça. O mal tinha até nome de batismo, como qualquer doença grande, "indigência lexical". Comerciante de tino que era, não perdeu tempo em ter uma idéia fantástica. Pegou dicionário, mesa e cartolina e saiu ao mercado cavar espaço entre os camelôs. Entre uma banca de relógios e outra de lingerie instalou a sua: uma mesa, o dicionário e a cartolina na qual se lia:
 "Histriônico - apenas R$ 0,50!".
Demorou quase quatro horas para que o primeiro de mais de cinqüenta curiosos parasse e perguntasse.
- Palavras, meu senhor. A promoção do dia é histriônico a cinqüenta centavos como diz a placa.
- O senhor não pode vender palavras. Elas não são suas. Palavras são de  todos.
- O senhor sabe o significado de histriônico?
- Não.
- Então o senhor não a tem. Não vendo algo que as pessoas já têm ou coisas de que elas não precisem.
- Mas eu posso pegar essa palavra de graça no dicionário.
- O senhor tem dicionário em casa?
- Não. Mas eu poderia muito bem ir à biblioteca pública e consultar um.
- O senhor estava indo à biblioteca?
- Não. Na verdade, eu estou a caminho do supermercado.
- Então veio ao lugar certo. O senhor está para comprar o feijão e a alface,  pode muito bem levar para casa uma palavra por apenas cinqüenta centavos de real!
- Eu não vou usar essa palavra. Vou pagar para depois esquecê-la?
- Se o senhor não comer a alface ela acaba apodrecendo na geladeira e terá de jogá-la fora e o feijão caruncha.
- O que pretende com isso? Vai ficar rico vendendo palavras?
- O senhor conhece Nélida Piñon?
- Não.
- É uma escritora. Esta manhã, ela disse na televisão que o País sofre com a falta de palavras, pois os livros são muito pouco lidos por aqui.
- E por que o senhor não vende livros?
- Justamente por isso. As pessoas não compram as palavras no atacado,  portanto eu as vendo no varejo.
- E o que as pessoas vão fazer com as palavras? Palavras são palavras, não enchem barriga.
- A escritora também disse que cada palavra corresponde a um pensamento. Se temos poucas palavras, pensamos pouco. Se eu vender uma palavra por dia, trabalhando duzentos dias por ano, serão duzentos novos pensamentos cem por cento brasileiros. Isso sem contar os que furtam o meu produto. São como trombadinhas que saem correndo com os relógios do meu colega aqui do lado.
Olhe aquela senhora com o carrinho de feira dobrando a esquina. Com aquela carinha de dona-de-casa ela nunca me enganou. Passou por aqui sorrateira. Olhou minha placa e deu um sorrisinho maroto se mordendo de curiosidade. Mas nem parou para perguntar. Eu tenho certeza de que ela tem um dicionário em casa. Assim que chegar lá, vai abri-lo e me roubar a carga.
Suponho que para cada pessoa que se dispõe a comprar uma palavra, pelo menos cinco a roubarão. Então eu provocarei mil pensamentos novos em um ano de trabalho.
- O senhor não acha muita pretensão? Pegar um...
- Jactância.
- Pegar um livro velho...
- Alfarrábio.
- O senhor me interrompe!
- Profaço.
- Está me enrolando, não é?
- Tergiversando.
- Quanta lenga-lenga...
- Ambages.
- Ambages?
- Pode ser também evasivas.
- Eu sou mesmo um banana para dar trela para gente como você!
- Pusilânime.
- O senhor é engraçadinho, não?
- Finalmente chegamos: histriônico!
- Adeus.
- Ei! Vai embora sem pagar?
- Tome seus cinqüenta centavos.
- São três reais e cinqüenta.
- Como é?
- Pelas minhas contas, são oito palavras novas que eu acabei de entregar  para o senhor. Só histriônico estava na promoção, mas como o senhor se  mostrou interessado, faço todas pelo mesmo preço.
- Mas oito palavras seriam quatro reais, certo?
- É que quem leva ambages ganha uma evasiva, entende?
- Tem troco para cinco?

 

8 de mai de 2013

PROJETO RODA SER TÃO TRAZ DOIS ESPETÁCULOS TEATRAIS DA PARAÍBA À SÃO LUIS - MA


O grupo SER TÃO TEATRO de João Pessoa/PB está chegando aos estados do Maranhão e Piauí com o projeto RODA SER TÃO, que consiste na circulação dos espetáculos em repertório deste grupo teatral paraibano. O coletivo vem se destacando no cenário nacional com espetáculos que disseminam aspectos da cultura popular nordestina, e também por suas emblemáticas circulações pelo território nacional.
 
Com quase uma tonelada de equipamentos, cenários, figurinos e adereços, o grupo aporta em Terras maranhenses através do Prêmio FUNARTE Myriam Muniz de Teatro, do MINISTÉRIO DA CULTURA, levando oficinas e espetáculos gratuitos ao público.
 
SOBRE OS ESPETÁCULOS:
 
FLOR DE MACAMBIRA é uma festa popular com música, comicidade, cor e teatralidade que conta a história da jovem Catirina, a mais bela flor da Fazenda Macambira, que sucumbe aos vícios e tentações mundanas e, para salvar-se a si e a seu amado, mergulha nas profundezas de sua alma. Tipos do cotidiano brasileiro como o coronel sanguinário, o padre mercantilista, o bicheiro corrupto, e o triunvirato do capitalismo: o economista ilusionista, o banqueiro especulador e o marqueteiro enganador, vão sendo apresentados, quadro a quadro, no espetáculo.
 
FARSA DA BOA PREGUIÇA é uma comédia escrita com base em histórias populares do Nordeste e conta a trajetória do poeta Joaquim Simão, cujas proezas/fraquezas são verso, preguiça e mulher. Casado com a apaixonada Nevinha, o poeta é vizinho de Aderaldo Catacão e de sua esposa pseudo-intelectual Clarabela, típicos representantes da burguesia capitalista. A peça é um festejo à cultura popular brasileira, uma homenagem ao nosso povo e revela toda a dimensão mítico-religiosa de nossa cultura.
 
Serviço
Dia 13/05 às 19h – Flor de Macambira
Dia 14/05 às 19h – Farsa da Boa Preguiça
Dia 15/05 às 19h - SESSÃO EXTRA
LOCAL: Praça Nauro Machado - Praia Grande - São Luis/MA
ENTRADA FRANCA
 
OFICINA “CONSTRUINDO A CENA COM O SER TÃO”
Oficina voltada para atores e não atores que desejam conhecer a metodologia dos processos criativos do Grupo Ser Tão Teatro.
Dias 13 e 14/05 das 09h as 12h
Local: Casarão Angelus Novus (Beco Catarina Mina, 123 – Praia Grande – São Luis).

Inscrições e informações pelo telefone: (98) 8702-6894 com Wagner Heineck ou pelo E-mail: teatrointerativo@yahoo.com.br

Cia de Dança do Cariri/CE se apresenta gratuitamente em São Luis/MA - MA

BOA NOITE CINDERELA
“Um campo florido guardado por cães pastores simboliza as dualidades humanas: de um lado o desejo, o sonho e a esperança. de outro, a realidade”. (Pina Bausch)

Por onde anda o amor, a amizade e a delicadeza na contemporaneidade? Boa noite cinderela é a nova montagem da Alysson Amancio Companhia (Juazeiro do Norte/CE), um espetáculo de dança contemporânea que almeja provocar essas questões sobre os espectadores. A afetividade está findada a extinção? Era uma vez...

ALYSSON AMANCIO COMPANHIA DE DANÇA A constante produtividade, o investimento em novos intérpretes, a preocupação com a técnica e a estética nas suas produções artísticas são fatores significantes que projetam a Alysson Amancio Companhia de Dança como a principal referencia e forte disseminadora da Dança Cênica na região do Cariri. Desde o retorno do diretor e coreógrafo Alysson Amancio para Juazeiro do Norte o grupo desenvolve pesquisas de novas linguagens coreográficas contemporâneas nessa região. A Cia foi contemplada pelo IV, V e VII Edital de Incentivo as Artes, categoria Montagem/ Dança da Secult/CE e pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna/2008. Participou de importantes eventos de dança entre eles: Bienal DE PAR EM PAR, II, VI e VII Bienal Internacional de Dança do Ceará/ XVI FIDA – Festival Internacional de Dança da Amazônia/VIII FENDAFOR - Festival de Dança de Fortaleza / IV Festival BNB de Artes Cênicas (Juazeiro/CE, Sousa/PB e Fortaleza/CE) / III e IV Festival de Dança do Litoral Oeste. Alysson Amâncio Companhia de Dança teve apoio da SECULT/CE através do VII Edital Incentivo as Artes - Manutenção de Grupos e Cia's de dança do Ceará/2009-2010. Em 2010 a CIA recebeu a residência do coreógrafo suíço Yann Marussich com quem montou o espetáculo “com cheiro de peixe criado” abrindo a Bienal de Dança do Ceará de PAR em Par no Cariri Em 2011, a CIA recebeu a coreógrafa baiana, radicada no Rio de Janeiro, Ana Vitória com que realiza residência e monta a peça coreográfica “o que deságua em mim” que teve estréia em Abril no Festival Nacional de Dança do Cariri.
 
 
Ficha Técnica
Direção, dramaturgia e coreografia: Alysson Amâncio
Interpretes-criadores: Adriano Modesto, Alyne Souza, Faeina Jorge, Kelyenne Maia, Luciana Araujo, Lucivânia Lima, Michele santos, Rosilene Diniz
Pesquisa musical, cabelo e maquiagem: Alyne Sousa e Alysson Amancio
Figurino: Ariane Morais
Ensaiadora: Luciana Araújo
Iluminação: Luiz Renato
Assistente de iluminação e operação de luz: Raimundo Lopes
Assessoria teatral: Duilio Cunha
Arte: Jota Junior
Produção: Jota Junior, Luciany Maria, Nilo Junior
Fotografia: Diego Linard
Produção Local (São Luis): Wagner Heineck
 
SERVIÇO
Espetáculo: BOA NOITE CINDERELA
Com: ALYSSON AMÂNCIO CIA DE DANÇA – JUAZEIRO/CE
Dia e Horário: 11/05/2013 ÀS 20H
Local: TEATRO ALCIONE NAZARETH (CENTRO DE CRIATIVIDADE ODYLO COSTA, FILHO) – RUA RAMPA DO COMÉRCIO, 200 – PRAIA GRANDE – SÃO LUIS/MA
ENTRADA FRANCA – RETIRADA DOS INGRESSOS, 1 HORA ANTES DO ESPETÁCULO, NA BILHETERIA DO TEATRO.

26 de nov de 2012

TEATRO COMO POLÍTICA E DIREITOS HUMANOS

Tiago Andrade como Negro Cosme - foto de arquivo do grupo
O Grupo Cena Aberta apresentará fragmentos do Experimento teatral: NEGRO COSME EM MOVIMENTO na 7ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, na próxima quarta-feira (28/11/2012) por volta das 18:30h, entre a sessão de cinema das 17h e 19h no Teatro Cidade de São Luís. E as 19h, do mesmo dia, no Seminário - A Reinvenção da Política: Contribuições da Educação, no Jardim Interno da Entrada Principal do CCH/UFMA. 

Esse trabalho em andamento (work process) faz parte do Projeto CARAS PRETAS EM MOVIMENTO que terá continuidade de experimentações teatrais nos próximos dois anos. A pesquisa versa sobre as questões afrodescendentes, com foco nas Estações da Balaiada, tema recorrente na vertente central do grupo à dez anos. 

A proposta da encenação é penetrar nas camadas obscuras da história e levantar hipóteses sobre a veracidade da historiografia oficial que não dá conta do fato como todo, e muitas vezes deixa em aberto ou esconde outras possibilidades de interpretar a nossa história (do Maranhão e do Brasil) . A manipulação da memória coletiva faz parte da estratégia do poder, que mantém a opinião pública na unilateralidade da reflexão, direcionado o foco para os heróis que na verdade massacraram os ideais de liberdade e justiça de nosso povo. 

“Não temos dono! Quem tem dono é cachorro. O Maranhão não tem dono. Não tem dono o Maranhão” (Fala de Negro Cosme in Caras Pretas de autoria do dramaturgo maranhense Igor Nascimento).

Anjo Infeliz com Brenda Oliveira, Carla Purcina e Ligia Cruz - foto de Taciano Brito

Segundo o Grupo, a apresentação do fragmento do espetáculo NEGRO COSME EM MOVIMENTO dentro da Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, é de tamanha importãncia para a firmação do Teatro como transformador social,  porque a responsabilidade com a temática abordada neste experimento corresponde aos anseios dos povos afrodescendentes do Maranhão, Brasil e América do Sul, pois Negro Cosme foi um líder popular que lutou pelos direitos humanos em prol da libertação dos negros, vaqueiros e índios escravizados no século XIX. 

Apesar de o recorte histórico situar-se no período imperial brasileiro, acredita-se como Heiner Müller que “Ao contrário da tendência geral, aquilo que uma vez foi pensado, aquilo que se desejou, e o que foi tentado, não seja esquecido”, o que torna contemporânea a discussão ao questionarmos se hoje não somos “escravos de novo tipo”, com a mudança apenas de máscara do poder, como diz João Francisco Lisboa: “É sempre o mesmo teatro, com guarda-roupa e cenário novo, e repertório retocado e acomodado ao sabor dos tempos”. 

No mesmo dia, às 19:00 hs, no Centro de Ciências Humanas, o mesmo experimento será apresentado no Seminário A REINVENÇÃO DA POLÍTICA: Contribuições da Educação, por acreditarem que as atividades extensionistas de seu projeto, possui este caráter formador político, ético e estético de seus educadores e artistas da futura cena maranhense. 

Encerrando as atividades de 2012, o CENA ABERTA ainda participará do XII Encontro Humanístico do CCH, com comunicações orais sobre corpo e performance, e com apresentação no dia 06 de dezembro, às 18:30 horas, em diversos locais onde acontecerá o tradicional evento tradicional evento do Centro de Ciências Humans. Nesta apresentação, o Cena Aberta terá a honra de estar em cena com os alunos do Grupo de Teatro do CEMMM - Centro de Ensino Prof. Mario Martins Meireles - Pedrinhas, coordenado pelo prof. Luís Antonio Freire, companheiro de luta por um teatro de “efeito”, onde a reflexão política, faz parte da formação dos jovens.

A “pesquisa, encenação, experimento, performance/intervenção, formação em MOVIMENTO” faz parte da idéia que gesta no PENSAR-FAZER TEATRO do grupo. Essas idéias estão explicitadas na Teoria Genética dos Processos Criadores, muito utilizada nas Artes na Contemporaneidade. Não trabalhando com conclusões finalistas, mas com reflexões que abrem-se sempre em outros questionamentos, pois espaços diferenciados propiciam leituras também diversas, o que enriquece a percepção e a imaginação do espectador, lançando-o em um espaço onde ele terá por obrigação escolher o melhor lugar para assistir o espetáculo, podendo ele, inclusive mudar o foco de sua atenção para um outro ponto estratégico da área delimitada pela encenação. Assim, acredita-se que este seja um outro caminho para levar o espectador do futuro a fazer também escolhas, assumir junto com o grupo, a responsabilidade das transformações que todos desejamos para a nossa sociedade. A lei da perspectiva central amplia-se, e se o olhar pode buscar um outro ângulo para ver, a percepção também pode ser mudada e flexionar o espírito do espectador para uma aprendizagem menos diretiva e centralizadora, como tem acontecido no teatro tradicional, em dois séculos de domínio quase absoluto. O movimento das transformações sociais sempre iniciaram pelas margens, pois é nas margens que existe movimento. O centro hierarquiza funções e impede o movimento transformador. 

"Estamos reinventando o futuro, somos fragmentos do futuro em gestação, e o que mais nós necessitamos é de um público co-produtor, partícipe da cena, que leve para casa as idéias que o Teatro sempre soube tão bem insuflar nos espíritos educados para que estes possam contribuir para as transformações necessárias que nossa sociedade tem urgência de ver realizadas" Cena Aberta

SERVIÇO
Fragmentos do Experimento teatral: NEGRO COSME EM MOVIMENTO
GRUPO CEN ABERTA
Dia: 28/11/2012 (quarta-feira)

na 7ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul por volta das 18:30h, entre a sessão de cinema das 17h e 19h no Teatro Cidade de São Luís.

no Seminário - A Reinvenção da Política: Contribuições da Educação, às 19h no Jardim Interno da Entrada Principal do CCH/UFMA.

Dia 06/12/2012 (quinta-feira)
no XII Encontro Humanístico do CCH, às 18:30 em diversos espaços do CCH/UFMA.

FICHA TÉCNICA 
Texto Dramatúrgico: Igor Nascimento 
Concepção Geral da Encenação: Luiz Pazzini 
Produção Geral: Cena Aberta 
Produção Executiva e Iluminação: Wagner Heineck 
Assistentes de Produção: Ligia Cruz e Rodrigo França 
Preparação Corporal: Ulisses Ferraz e Luís Ferreira 
Preparação de canto e composição musical: Nuno Liláh Lisboa 
Contra-Regra e Operação de Luz: Alterdã Cutrim 
Designer Gráfico: Dinho Araujo 
Elenco: Brenda Oliveira, Carla Purcina, Fernando Nascimento, Ligia Cruz, Luis Ferreira (Petit Mort), Marcelo Lopes, Nuno Lilah Lisboa (Petit Mort), Tiago Andrade, Tieta Macau, Victor Silper e Ulisses Ferraz.

23 de nov de 2012

7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul - São Luis - MA


O objetivo principal da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é estabelecer um diálogo franco e direto com o povo brasileiro sobre seus direitos fundamentais. Mais do que assistir a filmes, trata-se de um convite ao debate, à reflexão, para construirmos juntos um país que valorize a diversidade e garanta o respeito aos Direitos Humanos.

A Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é fruto de uma parceria com o Ministério da Cultura; por meio da Cinemateca Brasileira, recebe o patrocínio da Petrobras e apoio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e dos governos locais, além da importante mobilização dos movimentos e redes de Direitos Humanos em todo o Brasil. Este ano foram 255 filmes inscritos e 37 selecionados.

Presente nas 27 capitais do País desde o ano passado, a sétima edição traz como novidades o Cine Direitos Humanos na Rua e o Cine Direitos Humanos Itinerante, que chegam com o intuito de popularizar e descentralizar as exibições dos filmes, alcançando uma parcela da população brasileira que historicamente não tem acesso às salas de cinema.

Dia 28/11 às 13h exibição de: Vestido de Laerte - Claudia Priscilla, Pedro Marques (Brasil, 13 min., 2012, fic.).
Confira a PROGRAMAÇÃO:

7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul
Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy)
265 lugares + 3 cadeirantes
Rua do Egito, 244 – Centro
São Luis - MA
ENTRADA FRANCA



25.11 | Domingo
19h – Sessão de Abertura
O Cadeado - Leon Sampaio (Brasil, 12 min., 2012, fic.)
A Galinha que Burlou o Sistema - Quico Meirelles (Brasil, 15 min., 2012, doc./fic.)
Menino do Cinco - Marcelo Matos de Oliveira, Wallace Nogueira (Brasil, 20 min., 2012, fic.)
A Fábrica - Aly Muritiba (Brasil, 16 min., 2011, fic.)
Classificação indicativa: 12

26.11 | Segunda-feira
13h
Olho de Boi - Diego Lisboa (Brasil, 19 min., 2011, fic.)
Funeral à Cigana - Fernando Honesko (Brasil, 15 min, 2012, fic.)
Carne, Osso - Caio Cavechini, Carlos Juliano Barros (Brasil, 65 min., 2011, doc.)
Classificação indicativa: 12 anos

15h
O Fio da Memória - Eduardo Coutinho (Brasil, 115 min., 1991, doc.)
Classificação indicativa: livre

17h
Elvis & Madona - Marcelo Laffitte (Brasil, 105 min., 2010, fic.)
Classificação indicativa: 12 anos

19h
Marighella - Isa Grinspum Ferraz (Brasil, 100 min., 2012, doc.)
Classificação indicativa: 10 anos

27.11 | Terça-feira
13h
Virou o Jogo: A História de Pintadas - Marcelo Villanova (Brasil, 15 min., 2012, doc.)
Chocó - Jhonny Hendrix Hinestroza (Colômbia, 80 min., 2012, fic.)
Classificação indicativa: 16 anos

15h
O Garoto que Mente - Marité Ugás (Venezuela, 99 min., 2011, fic.)
Classificação indicativa: 12 anos

17h
Menino do Cinco - Marcelo Matos de Oliveira, Wallace Nogueira (Brasil, 20 min., 2012, fic.)
Maria da Penha: um Caso de Litígio Internacional - Felipe Diniz (Brasil, 13 min., 2011, doc.)
Silêncio das Inocentes - Ique Gazzola (Brasil, 52 min., 2010, doc.)
Classificação indicativa: 12 anos

19h
Com o Meu Coração em Yambo - María Fernanda Restrepo (Equador, 137 min., 2011, doc.)
Classificação indicativa: 10 anos

28.11 | Quarta-feira
13h
Disque Quilombola - David Reeks (Brasil, 14 min., 2012, doc.)
Vestido de Laerte - Claudia Priscilla, Pedro Marques (Brasil, 13 min., 2012, fic.)
A Galinha que Burlou o Sistema - Quico Meirelles (Brasil, 15 min., 2012, doc./fic.)
O Veneno Está na Mesa - Silvio Tendler (Brasil, 50 min., 2011, doc.)
Classificação indicativa: 10 anos

15h
Porcos Raivosos - Isabel Penoni, Leonardo Sette (Brasil, 10 min., 2012, fic.)
O Cadeado - Leon Sampaio (Brasil, 12 min., 2012, fic.)
Dez Vezes Venceremos - Cristian Jure (Argentina, 75 min., 2011, doc.)
Classificação indicativa: 16 anos

17h
Juanita - Andrea Ferraz (Brasil, 8 min., 2011, doc.)
O Dia que Durou 21 Anos - Camilo Tavares (Brasil, 77 min., 2012, doc.)
Classificação indicativa: 10 anos

19h
Estruturas Metálicas - Cristian Vidal L. (Chile, 47 min., 2011, doc.)
Saia se Puder - Mariano Luque (Argentina, 66 min., 2012, fic.)
Classificação indicativa: 12 anos



29.11 | Quinta-feira
13h – Sessão de Audiodescrição
Extremos - João Freire (Brasil, 24 min., 2011, doc.)
À Margem da Imagem - Evaldo Mocarzel (Brasil, 72 min., 2003, doc.)
Classificação indicativa: 10 anos

15h – Sessão de Audiodescrição
Santo Forte - Eduardo Coutinho (Brasil, 80 min., 1999, doc.)
Classificação indicativa: 12 anos

17h
Batismo de Sangue - Helvécio Ratton (Brasil, 110 min., 2006, fic.)
Classificação indicativa: 14 anos

19h
Justiça - Andrea Ruffini (Bolívia / Itália, 34 min., 2010, doc.)
Último Chá - David Kullock (Brasil, 97 min., 2012, fic.)
Classificação indicativa: 12 anos

30.11 | Sexta-feira
13h
Uma, Duas Semanas - Fernanda Teixeira (Brasil, 17 min., 2012, fic.)
A Demora - Rodrigo Plá (Uruguai / França / México, 84 min., 2012, fic.)
Classificação indicativa: 10 anos

15h
Cachoeira - Sérgio Andrade (Brasil, 14 min., 2010, fic.)
Classificação indicativa: 16 anos

17h
Cabra Marcado para Morrer - Eduardo Coutinho (Brasil, 119 min., 1984, doc.)
Classificação indicativa: 12 anos

19h
A Fábrica - Aly Muritiba (Brasil, 16 min., 2011, fic.)
Hoje - Tata Amaral (Brasil, 87 min., 2011, fic.)
Classificação indicativa: 14 anos

Maiores informações no site da Mostra .

fonte: Francisco Colombo

16 de nov de 2012

EXPOSIÇÃO IPHAN - SÃO LUIS DO MARANHÃO: RUAS, BECOS E SOBRADOS DE LISBOA NO BRASIL - MA



Abaixo segue um avant premiere da referida exposição, e também, uma Evocação à Espanha Iluminista através de vários desenhos entre eles o Museu del Prado, Catedral de Pamplona e Iglesia de Caballero de Gracia. Música com o Coral da Capilla de Música da Catedral de Pamplona, maestro Aurelio Sagaseta.


Fonte: Katia Bogea - Iphan/MA

Dia Nacional da Consciência Negra tem vasta programação em São Paulo - SP


fonte: Fundação Palmares